As cruzes pela vereda....
Evocam almas e medos...
Almas há muito esquecidas...
Santos, horrores e credos...
E no escurecer do tardar..
Sente-se no mar a espreitar...
A clamar, mas que não se escuta...
Uma Fada que lamenta...
Que tê-la... a boca sangrenta...
Pelos vãos a ocultar e a rir...
Temores a nos seduzir...
... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
(Descaradamente plagiado do poema “Horas pela alameda” de Fernando Pessoa...)
Eu, Poeta, sou um fingidor...
Finjo tão estupi(en)damente...
Que finjo que é horror...
O orgulho que deveras sinto...
(Alguém deveria fazer alguma coisa a meu respeito....)